O debate entre escolas single-sex e escolas mistas voltou à tona após a decisão da Suprema Corte.

1. Enriquecer as opções educacionais. O oferecimento da opção single-sex enriquece as escolhas educacionais e reforça o direito dos pais de buscar o modelo educacional que mais desejam para a formação de seus filhos. 2. Atender às questões concretas e específicas de cada gênero. A advogada, Maria Calvo, disse que “a meta é o mesma para ambos os sexos, isto é, alcançar um maior desenvolvimento pessoal e o melhor desempenho acadêmico, mas o caminho para alcançá-la pode ser diferente porque as crianças são diferentes.” 3. Facilitar o sucesso escolar. A adequação aos ritmos de maturidade e estilos de aprendizagem de meninos e meninas melhora o desempenho acadêmico, ajudando, assim, a reduzir o fracasso escolar. 4. Ampliar as opções de emprego. O modelo single-sex parece fomentar um ambiente de maior liberdade para que os alunos escolham matérias não relacionados com o seu sexo. Oferece mais espaço para as meninas e ajuda a aumentar a sua autoestima, de acordo com um relatório da Agência Executiva de Educação, Audiovisual e Cultura da Comissão Europeia. 5. Melhorar o ambiente escolar. Segundo a Associação Latino-Americana de Centros de Educação Diferenciada (ALCED) “meninas aprendem em um clima alternativo, que reduz a obsessão social e midiática pela estética e pelo culto do corpo”. Enquanto isso, a principal vantagem para os meninos é aprender “em um ambiente que filtra muitas das atitudes antiacadêmicas, socialmente atribuídas à masculinidade”, porque “o estudar em um espaço seguro, lhes permite desejar e combinar sucesso desportivo e acadêmico”. 6. Excelência acadêmica. Os resultados acadêmicos melhoram quando meninos e meninas recebem uma educação adaptada às suas características evolutivas e psicológicas. Por Miriam Calderón – Actuall – 28/05/2017 fonte: http://solarcolegios.org.br/]]>